Rosas na fímbria loira dos Altares,
Rosas no céu e rosas nos pomares.
Uma roseira o mês de Maio.
Aos pares
Surgem, da brisa ao tremulante arpejo,
Estrelas que recordam, sobre os mares,
Rosas envoltas num cerúleo beijo.
E quando Rosa, em cujo nome chora
Esta febre cruel que me devora,
De si me fala, em gargalhadas francas,
Muda-se em rosa a flor de meus martírios,
O próprio Azul desfaz-se em rosas brancas
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