quinta-feira, 28 de abril de 2011

HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO NORTE
A Tradição e a Renovação
Poetas, Escritores e Intelectuais
A vida intelectual, no Rio Grande do Norte, estava ligada ao jornalismo político.
 E a "modinha", no dizer de Câmara Cascudo, representava a "exteriorização literária".
O mesmo autor descreve o contexto da época: "os poetas ficavam na classe populesca
 dos improvisados ou dos modinheiros, versos eram musicados e cantados nas serenatas,
acompanhados pelos vilões sonoros".
Alguns poetas que se destacaram na época foram Miguel Vieira de Melo (1821-1856),
Gustavo da Silva (1832-1856), Rafael Aracanjo da Fonseca (1811-1882), etc.
O primeiro jornal do Rio Grande do Norte, o "Nordeste", foi fundado pelo padre
 Francisco Brito Guerra, em 1832.
Depois, João Manuel de Carvalho, fundou o primeiro órgão de imprensa
de caráter literário, chamado 'O Recreio'.
Outros jornais foram surgindo com maior ou menor duração,
revelando para a comunidade diversos jornalistas e intelectuais: Joaquim Fagundes (1857-1877)
e José Teófilo (1852-1879), por exemplo.
Na década 1870 - 1880, os bailes, que eram mensais, se transformaram
em locais onde as pessoas cantavam e declamavam poesias.
Merece destaque uma potiguar que passou vinte e oito anos na
 Europa e se tornou célebre pela sua luta a favor do soerguimento da mulher,
sendo igualmente,
uma grande escritora. Dionísia Gonçalves Pinto,
mais conhecida pelo seu pseudônimo Nísia Floresta.

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